Sobre o Projeto

O Programa Interinstitucional de Bolsas de Iniciação à docência (PIBID) é um programa do MEC, fomentado pela CAPES para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. Na UFPel, desde 2010, o curso de Teatro está participando, juntamente com os demais cursos de licenciatura. Atualmente somos um grupo de 12 alun@s do curso de Teatro - Licenciatura da UFPel, bolsistas do PIBID - CAPES/MEC. Desenvolvemos ações específicas da área de teatro e projetos educacionais interdisciplinares, no momento, atuando em quatro escolas públicas parceiras do programa, em Pelotas/RS, orientados pelas professoras/es supervisoras/es das escolas e pelos coordenadores de área.
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Oficina escola Santa Rita

Plano de Oficina

1) Caracterização da oficina:
Oficineiros: Allan Leite e Tainara Urrutia.
Público Alvo: Pibidianos da Escola Santa Rita
Idade: Jovens e Adultos
Datas: 04\06
Horário: 08h30min às 10h30min
Carga horária: 14h
Número de Participantes: 20 – 25 participantes

2) Objetivo Geral:
Possibilitar a criação de um espaço de sensibilização, expressão e conhecimento das possibilidades cênicas do corpo. As atividades servirão de fomento, inspiração e possibilidade de ampliação da gama de conhecimentos práticos para o cotidiano dos Pibidianos. Também objetiva-se o fortalecimento da interação entre o grupo de pibidianos por meio de atividades lúdicas, bem como apresentação de elementos básicos da linguagem teatral para o grupo de estudantes das áreas de conhecimento distintas abrangidas pelo PIBID-Humanidades UFPel.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Atividade novembro - Fernando Osório


03-11



Neste dia realizamos com ambos os anos a confecção de fantoches. Essa atividade tinha como objetivo confeccionar os personagens da história do João e o pé de feijão. Foi incrível! Os alunos têm mais imaginação e criatividade do que nós imaginamos.

Eles fizeram seus bonecos e no final da aula ouvimos de um dos alunos que aquela aula tinha sido a melhor de todas. Depoimentos como este nos alimenta e nos faz pensar que nossa prática é muito importante para a construção do sujeito.

Esta aula foi maravilhosa e muito prazerosa para nós enquanto arte-educadores.














24-11



Hoje, propomos aos alunos a manipulação dos fantoches confeccionados por eles próprios. Mas não deu muito certo. A maioria nunca assistiu um teatro de fantoche e não tem a mínima noção. Mesmo explicando e fazendo para mostrar uma maneira de como poderia ser fazer eles conseguiram desenvolver a atividade como tínhamos planejado, mas nem sai como pretendemos.

 As turmas fizeram da maneira deles, narrando a história sem conseguir dar vida aos personagens. Poucos queriam fazer a atividade, a maioria principalmente do 1º ano só queria rolar no chão e brincar de outras formas.

Depois de chamarmos a atenção deles por diversas vezes eles se acalmaram e observaram mais uma vez as monitoras fazendo a atividade que era para eles realizarem. Na segunda tentativa tivemos um pouco de sucesso, pois apenas 3 quiseram realizar o teatro com fantoches e os outros ficaram assistindo a apresentação dos colegas.

Acreditamos que a atividade rendeu mais no momento em que deixamos participar somente os que realmente queriam e os demais participaram enquanto plateia.



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Fernando Osório - Outubro


Aula do dia 04 de outubro de 2011



Contamos a versão da Maria Clara Machado da história do Chapeuzinho Vermelho para as turmas do 1° e 2° ano do turno da tarde.

Após realizarmos a contação da história pedimos aos alunos que desenhassem um personagem da história ou alguma cena que eles conseguiram imaginar sobre o conto. Os desenhos foram muito interessantes como se pode ver abaixo:





Aula do dia 13 de outubro de 2011

Dia das crianças de Cara-Pintada



Objetivo do Jogo: Através da visão de sua auto-imagem e posteriormente da imagem que os outros percebem de si mesmo, despertar no participante a consciência da diferença entre o seu eu ideal e o seu eu real.

Propósito: Este jogo facilita o estabelecimento de corretas relações humanas através de:

Sensibilização para suas próprias motivações pessoais; integração do grupo através da revelação do eu ideal de cada um; autopercepção através da reflexão sobre as diferenças entre a sua pintura e a complementação do outro; relacionamento interpessoal através da comunicação não verbal.

Recursos: música para relaxamento. Kits de pintura facial para crianças, um para cada dois participantes. Um espelho por participante. Lenços umedecidos para limpeza do rosto.

Descrição: Sentar os participantes em círculo, cada um com um espelho e o material de pintura à mão. Este é um jogo de comunicação não verbal. Peça aos alunos quem sentem-se confortavelmente com as costas eretas e respirem profundamente. A cada vez que você respirar, você vai ficando mais relaxado.



Agora, imagine uma tela em branco na sua cabeça.

Nesta tela, vai passar uma reportagem. Esta reportagem vai ser sobre a maior felicidade que você já teve na vida. Lembre-se desse fato, e o veja passar como um filme na tela em sua cabeça. 

Agora, conforme o filme estiver passando, veja a sua própria face na tela. Veja o que você expressa, como seus olhos irradiam felicidade. Veja o seu sorriso, a sua testa, seu queixo, suas bochechas. E veja que na sua face existe o melhor que você pode dar para o outro.

 Agora que você viu como a sua cara pode irradiar o que você tem de melhor para dar e como é essa sua expressão de alegria, você vai imaginar como seria pintar este momento no seu rosto. E quando estiver pronto, você vai abrir os olhos, levantar, e em silêncio fazer essa pintura na sua cara. Lembre-se de ficar em silêncio, concentre-se em si mesmo.



Agora, ainda em silencio, vamos deixar os espelhos e pinturas de lado, e vamos andar, mostrando nossa pintura e observando a dos outros.

Agora, escolha um par e em silêncio sentem-se uns em frente aos outros.

Agora, olhe nos olhos de seu parceiro. O que mais esses olhos mostram, que a pintura não pode mostrar? E, conforme você percebe o que pode ser acrescentado na pintura para ficar melhor ainda, passe a completar a pintura na cara do seu parceiro. Vocês têm 5 minutos para isso, podem fazer alternadamente, em 2,5 minutos cada um, ou os dois ao mesmo tempo, como preferirem. O importante é manter o silêncio..


Já passou metade do tempo, se forem trocar, troquem agora.

 Agora larguem as pinturas, peguem os espelhos e vejam como ficou a cara de cada um de vocês.

Vocês podem escolher limpar o rosto com os lenços umedecidos, ou ficar pintados mesmo, caso tenham gostado muito. Se forem limpar, limpem agora.

 Dicas: É importante que os participantes tenham tempo para colocar tudo o que quiserem na pintura. Tanto na primeira quando na segunda fase, dê um tempinho mesmo que todos tenham terminado - alguém pode pintar mais alguma coisa.

No final sente em circulo com o grupo e deixe que cada um fale sobre o que pintou no seu rosto e o porquê fez essa pintura.

Tanto o 1° ano quanto o 2° ano do turno da manhã se divertiu muito realizando essa atividade, tanto que no momento em que os liberamos para lavar o rosto nenhum deles quis tirar a pintura.


Aula do dia 18 e 20 de outubro de 2011.

Nós pibidianas: Maria Zilda, Estelamar, Tainara e Bianca realizaram a dramatização da história O Chapeuzinho Vermelho. Na terça-feira apresentamos para o 1° e 2° ano e a turma do pré do turno da tarde. E na quinta-feira pela manhã realizamos para as turmas do pré, 1° e 2° ano do turno da manhã.

Ambos os dias os alunos trabalharam muito bem tanto na posição de espectador quanto na de ator, pois depois da apresentação das pibidianas alguns alunos voluntários dramatizaram também a história dando a sua visão a essa narração.

 
Aula do dia 28 de outubro de 2011.

Foi contada a história do João e o pé de feijão para a turma de 2º ano e para o 1º ano a história Cachinhos dourados e os três ursos.

Em ambos os anos depois de contada a história teve uma conversa com os alunos em relação as atitudes dos personagens, e eles iam comentando se era certo ou errado e eu perguntava o por quê independente das respostas obtidas.

No segundo ano depois da conversa, foi feito um jogo. A turma foi dividida em duplas, em que um era galinha e o outro era a vaca. Objetivo era as galinhas pegarem as vacas, porém ambos estariam de olhos fechados. Depois invertia e as vacas passavam a pegar as galinhas. No final a turma foi dividida entre personagens de vacas e galinhas, em que as vacas pegavam as galinhas e depois invertia. Lembrando que quem estava sendo pego fazia o som do seu bicho, por exemplo, a vaca mugia e a galinha cacarejava, mantendo sempre ambos de olhos vendados.

O objetivo era saber a sensação que despertaria neles em ambos estarem de olhos vendados. Como nenhum enxergava estavam todos no mesmo “barco”. No final eles deram seus depoimentos em relação ao jogo, e disseram que foi muito ruim não poder enxergar nada.

Em suma, a aula foi boa e tranqüila.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DO DIA 01-09

2º ano

 Jogo do limão entrou na roda.

 Propomos o jogo do limão entrou na roda, com uma bolinha de tênis, com o intuito que o jogador que ficasse com o limão ao término da música falasse ao grande grupo: “para quem gostaria de enviar uma carta ou de quem gostaria de receber uma carta e o que nela estaria escrito”?
Quando o jogo teve início o primeiro aluno a ficar com a bolinha ficou brincando com a mesma, e não passava. Levamos alguns minutos para que conseguíssemos que entregasse a bolinha para que continuasse o jogo. Dessa forma, retornamos ao jogo, mas o próximo aluno que ficou com a bolinha não quis falar para quem iria escrever ou de quem gostaria de receber uma carta. Disse que não sabia. Nós então começamos a instigá-lo com perguntas: “tens irmãs? Amigo distante? Alguém que estejas sentindo falta?” Ele acabou dizendo que a carta seria para sua irmã, no entanto quando perguntamos o que ele gostaria de escrever, novamente ele ficou em silêncio, ou ria. Até tentamos estimular ele para que falasse algo, mas o tempo de aula acabou e não conseguimos dar continuidade ao jogo.
O intuito de fazer com que eles falassem sobre as cartas era começar a fazer ligação com as atividades referentes ao livro O carteiro chegou e a escrita de cartas, só que explorando a oralidade dos alunos.

1º ano


O primeiro ano Bianca e Eu começamos as atividades depois do recreio. Da mesma maneira que no 2º ano começamos com “O limão entrou na roda”, mas com o intuito diferente: eles deveriam dizer seu nome e sua idade, pois a Bianca não os conhecia isso porque semestre passado ela dava aula apenas para o turno da tarde.
Feito essa dinâmica, que deu certo e eles não trancaram em nenhum momento a atividade, partimos para uma música que tinha o intuito de trabalhar com o raciocínio, atenção e concentração:

Patinho na lagoa 

O jogo parte da frase um Patinho na lagoa tibum, no entanto cada palavra da frase será dita por um jogador diferente, o grupo deve estar em circulo. A cada rodada do jogo os números aumentam e consecutivamente o número de vezes que cada palavra deve ser dita, mas a sequencia segue a mesma e cada aluno irá dizer sempre apenas uma palavra da frase, exemplo: Dois, dois, patinhos, patinhos, na, na, lagoa, lagoa, tibum, tibum... três, três, três, patinho, patinho, patinho, na, na, na, lagoa, lagoa, lagoa, tibum, tibum, tibum.

Objetivo: Trabalhar a concentração, memoria e atenção.

Em seguida, partimos para a atividade da “Boneca de Lata”, essa, é uma música que tem o intuito que o jogador acompanhe a letra com o movimento, por exemplo: 

Minha boneca de lata bateu o nariz no chão,
Levou mais de uma hora pra fazer a arrumação
Desamassa aqui pra ficar boa


Quando chegar na parte do “desamassa aqui (aqui se refere a parte do corpo escolhida por um jogador, neste caso o nariz) o restante do grupo toca na parte do corpo dita pelo primeiro jogador. Depois é o próximo da roda a cantar e falar uma outra parte do corpo e assim sucessivamente. E toda a roda deverá cantar todas as partes do corpo ditas quando chegar na parte do “desamassa aqui pra ficar boa”. Vai chegar a um determinado momento que 10 jogadores já terão falado e estará na vez do 11º falar, portanto ficará assim:

minha boneca de lata bateu o cotovelo no chão,
levou mais de uma hora pra fazer a arrumação
desamassa aqui(nariz), desamassa aqui(boca), desamassa aqui(dedo), desamassa aqui(orelha), desamassa aqui(cabeça), desamassa aqui(coração), desamassa aqui(olho), desamassa aqui(testa), desamassa aqui(pé), desamassa aqui(barriga), desamassa aqui(cotovelo) pra ficar boa.


Dessa forma, todos estarão tocando nestas partes ditas durante todo o jogo. Necessita de muita atenção e concentração para que possam ser lembradas todas as partes do corpo já ditas. É claro que terá confusão devida a ordem das partes do corpo ditas, mas esse é um dos objetivos. Se primeiro foi o nariz dito, todos terão que tocar primeiro no nariz e assim sucessivamente.
Feito essa atividade, que as crianças se atrapalharam, resolvemos fazer uma mais tranqüila: 

cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé
cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé
olhos, ouvidos, boca e nariz
cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé
.

Recordando que, essa música vai sempre deixando de falar uma parte e apenas tocando na não dita. Por exemplo, a cabeça deixa de ser falada e apenas tocamos nela quando deveria ser dita. Mesmo nesta que não era tão complexa observamos que alguns tiveram um pouco de dificuldade de executar.
Por fim, fizemos o jogo da bolinha, que não deu certo, pois eles não se olham. Por esse motivo, dividimos a turma em duplas e demos uma bolinha para cada dupla jogarem. Sempre dando orientações: se olhem, queremos ver olho no olho, não joguem forte, joguem na altura da barriga do colega e etc.
Em suma, essa começou a fruir resultado. Foi produtiva essa aula.

08-09 

Neste dia trabalhamos apenas com o primeiro ano. Começamos com um relaxamento, sempre dando estímulos para que eles consigam enxergar imaginariamente algo e criar uma história na cabeça deles. 
Retomamos o trabalho da aula passada onde resolvemos inverter a ordem, primeiro dividimos a turma em duplas e demos uma bolinha para cada dupla. Depois partimos para “O jogo da bolinha” com toda a turma, mas não deu muito certo, mas não errado pela regra de dizer os números, mas por não se olharem e jogarem a bolinha forte e alto, como se o objetivo fosse excluir o colega, uma competição.
Logo após, fizemos, ou melhor, tentamos fazer “Escravos de jó”, usando as bolinhas de tênis. Isso não foi uma boa ideia, pois não deu certo, alguns acabavam ficando uma três, quatro bolinhas na mão. Como não deu muito certo guardamos as bolinhas e resolvemos trabalhar só com música, já que muitos não cantaram durante a tentativa

RELATÓRIO DO TEATRANDO 2011/2

Começamos mais uma edição do Teatrando. Já estamos na 3ª, com três turmas: duas pela manhã (uma de alunos novos e outra de alunos antigos) e uma a tarde de alunos novos.
Nosso primeiro contato com a turma foi com a dinâmica da teia, que é de costume do grupo fazer. Essa dinâmica aconteceu com o grande grupo, ou seja, juntamos as duas turmas (veteranos e dos novos). A teia serve para nos conhecermos e saber se os participantes já tiveram algum contato com teatro. Os principais objetivos da mesma é a integração, o cruzamento de conhecimentos e a reflexão que necessitamos dos outros para fazer teatro, porque o mesmo só ocorre quando há no mínimo duas pessoas, mas a união do grupo durante os encontros também é primordial.

Após o término dessa atividade, Diego, Maicon e Eu fomos para a sala de baixo com a turma dos novos participantes. Desenvolvemos o jogo da bolinha, boneca de lata que é uma atividade cantada e tem como principal objetivo a memória corporal, isso através de acréscimo de movimentos, por exemplo:

Minha boneca lata
bateu o nariz no chão
levou mais de uma hora para fazer a arrumação
desamassa aqui
para ficar boa.

O próximo colega irá dizer outra parte do corpo por exemplo a mão:

Minha boneca lata
bateu a mão  no chão
levou mais de duas  horas  para fazer a arrumação
desamassa aqui, desamassa aqui
para ficar boa.

e todos do circulo deverão tocar no nariz e na mão quando chegar na parte do “desamassa aqui”, e assim todos farão escolhendo uma parte do corpo até que chegue no último participante, digamos que tenha 12 jogadores, então “levará mais de 12 horas para fazer a arrumação”.

Por fim terminamos a aula com um relaxamento e o memorial descritivo, em que os alunos escrevem suas impressões sobre a aula, considerando todo desenvolvimento da aula.
Tainara Urrutia