Sobre o Projeto

O Programa Interinstitucional de Bolsas de Iniciação à docência (PIBID) é um programa do MEC, fomentado pela CAPES para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. Na UFPel, desde 2010, o curso de Teatro está participando, juntamente com os demais cursos de licenciatura. Atualmente somos um grupo de 12 alun@s do curso de Teatro - Licenciatura da UFPel, bolsistas do PIBID - CAPES/MEC. Desenvolvemos ações específicas da área de teatro e projetos educacionais interdisciplinares, no momento, atuando em quatro escolas públicas parceiras do programa, em Pelotas/RS, orientados pelas professoras/es supervisoras/es das escolas e pelos coordenadores de área.
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Segundo Encontro Nacional do PIBID Teatro

II Encontro Nacional PIBID - Teatro
Teatro, infância e juventude: O que se faz na escola?
Uberlândia - MG


Dos dias 18 a 21 de Abril de 2013 em Uberlândia vivenciei minha primeira experiência com o PIBID de apresentar um trabalho oral. O evento em si constituía-se em juntar todos os PIBID-Teatro para que cada um pudesse expor sua forma de trabalho e com isso proporcionar também uma troca de experiência aos pibidianos. Dentro do evento estava contida uma série de atividades levavam a todos a questionar suas maneiras de trabalhar, refletir sobre autores e suas praticas e também poder apreciar trabalhos teóricos e artísticos de colegas que possuíam o mesmo interesse, a licenciatura em teatro.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Apresentação dos Projetos Interdisciplinares 2013

No dia 22 de fevereiro de 2013, nas dependências da ESEF todos pibidianos, alunos, coordenadores das sete áreas e supervisores das sete escolas que compõem o Pibid Humanidades reuniram-se para realizar a apresentação dos projetos interdisciplinares elaborados pelos grupos de casa escola. Os projetos apresentados nesta data são os se desenvolvem atualmente nas escolas E.T.E. Profª. Sylvia Mello, I.E.E. Assis Brasil, E. M. de Ensino Fundamental Ministro Fernando Osório, E. M. de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Getúlio Vargas, E. E. E. M. Drº Antônio Leivas Leite, Colégio Estadual Félix da Cunha, Escola Estadual Santa Rita


quinta-feira, 31 de maio de 2012

I Encontro Nacional PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

        Foi muito interessante poder participar do 1º Encontro Nacional PIBID Teatro, o evento prometia grandes trocas de experiências, muita informação e teoria diferentes das que estou acostumado, novas relações entre o meu trabalho, a teoria que estudo e a forma como o entendo. Além de novos contatos e a possibilidade de poder mostrar minhas ideias para pessoas com vivências diferenciadas, ouvindo as suas opiniões. Com tantas expectativas, somente o evento tendo sido tão proveitoso para que eu não tenha voltado frustrado.
      

terça-feira, 29 de maio de 2012

I Encontro Nacional PIBD – Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012


‘Oh! que saudades que tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais! (...)’.

        Foi com um belíssimo vídeo do grande Paulo Autran, recitando o também belíssimo poema, ‘Meus oito anos’ de Casimiro de Abreu, que fomos recebidos no I Encontro Nacional PIBID – Teatro, sob o tema: Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica. A Faculdade de Educação da UFMG (FaE – UFMG) foi palco desde encontro nos 13 e 14 de abril de 2012, recebendo, muitíssimo bem por sinal, Pibidianos e alunos dos cursos de Licenciatura em Teatro das nove instituições de ensino superior que atuam no Programa Interdisciplinar de Bolsa de Iniciação à Docência da CAPES (UFMG, UFOP, UFPEL, EDESC, UFRGS, UFBA, UFU, UFC, UFSJ), mais a UnB, que ainda não tem o Programa, mas marcou presença representada por alguns discentes. Além dos acadêmicos de teatro bolsistas do programa, também estavam presentes professores coordenadores da área teatro e professores supervisores de algumas das escolas participantes.
      

segunda-feira, 21 de maio de 2012

I Encontro Nacional do PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

       Nos dias 13 e 14 de Abril estive participando do I Encontro Nacional do PIBID Teatro que aconteceu em Belo Horizonte no campus da UFMG.
     No dia 13 deu-se início ao evento com a mesa redonda onde esteve presente o Professor Hélder Eterno que falou sobre o Projeto Nacional PIBID CAPES, que além de esclarecer dados importantes sobre a criação e função do PIBID em todo Brasil, trouxe também a importância de se incentivar as Licenciaturas atualmente, pois o número de Licenciandos que se forma a cada ano é muito inferior à quantidade de profissionais que chegam ao “mercado de trabalho”. O Hélder salientou ainda a importância da área das Artes no ensino, afirmando que não só vê o quão imprescindível é o ensino das quatro linguagens de artes no ensino básico, como fez com que no PIBID as quatro linguagens das Artes estivessem separadas, cada uma com seu subprojeto, uma vez que cada uma dessas licenciaturas tem as suas especificidades enquanto área do conhecimento e sua importância. Necessidade esta que fica evidente na seguinte frase do Professor Hélder Eterno.

I Encontro Nacional PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

        Nos dias 13 e 14 de abril aconteceu em Belo Horizonte o I Encontro Nacional do PIBID Teatro. Nós, pibidianos do Teatro da UFPel, comparecemos apresentando trabalhos sobre a interdisciplinaridade, sobre nossas práticas da UFPel e também sobre o teatro na escola. O evento contou com a participação de PIBIDs-Teatro de nove universidades o que proporcionou uma imensa troca de saberes entre os pibidianos que lá estavam presente. Durante o primeiro dia participamos de algumas mesas redondas com a presença do coordenador da CAPES, que nos deu um parâmetro de como surgiu o PIBID e como ele está nesse momento. Outra mesa muito interessante contou com a presença do professor Arão Santana, que nos mostrou sua pesquisa sobre os trabalhos que são apresentados pelo PIBID, e do professor Narciso Telles, que, entre outras coisas, nos disse como a presença dos pibidianos na ABRACE seria interessante. Pela tarde tivemos apresentação dos diversos PIBIDs Teatro pelos coordenadores e também a apresentação dos trabalhos dos bolsistas. No segundo dia do evento tivemos uma série de palestras sobre metodologias do teatro nas escolas que foram bastante enriquecedoras. A única questão que lamento sobre o evento foi o curto espaço de tempo, tornando alguns momentos mais corridos e sem a possibilidade de aprofundarmos mais as discussões ou debatermos mais nos grupos. O evento como um todo foi maravilhoso, pois nos fez olhar para as práticas dos colegas de outros PIBIDs e refletir sobre a nossa, além de fazer uma confraternização muito importante para nossa articulação.

Graziele Soares de Barros


quinta-feira, 17 de maio de 2012

I Encontro Nacional do PIBID - Teatro


Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012


Nos dias 13 e 14 de Abril aconteceu na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, o 1º Encontro Nacional PIBID Teatro patrocinado pela CAPES para os bolsistas do programa PIBID da área de Teatro. A sede do encontro foi na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, e teve como tema: “Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica”. A proposta do evento foi “criar um espaço destinado ao diálogo entre os PIBID’s Teatro, de forma a ampliar as trocas e campo investigativo vinculado à Pedagogia do Teatro”, como disseram os organizadores do evento[1].

quinta-feira, 19 de abril de 2012


ENCONTRO PIBID-TEATRO UFPEL:
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE TEATRO
3, 4 e 5 de maio de 2012


Inscrições gratuitas de 16 a 24 de abril através do email:
Ficha de inscrição e maiores informações disponíveis no blog:

NOVIDADES NA NOSSA PROGRAMAÇÃO

3 de maio – quinta-feira
ESQUETE
17h – Teatro do COP
 “Uma carta para Camille Cloudel” – Direção: Hélcio Fernandes. Elenco: Francine Furtado, Francesco D’ávila e Sirlei Karczeski

4 de maio – sexta-feira
TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE PIBID – Teatro UFRGS e UFPEL
8:30 – LITA
Roda de Conversa: “Trocas de experiência na construção do aluno-docente no PIBID” – A roda de conversa contará com a participação dos Pibidianos do Teatro da UFPEL e da UFRGS, relatando e discutindo suas práticas enquanto alunos-bolsistas do programa, bem como sua formação enquanto futuros docentes.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

ENCONTRO PIBID-TEATRO UFPEL: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE TEATRO


ENCONTRO PIBID-TEATRO UFPEL:
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE TEATRO
3, 4 e 5 de maio de 2012


Ficha de inscrição e maiores informações disponíveis no blog:

Inscrições gratuitas de 16 a 24 de abril através do email:



segunda-feira, 26 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

I Encontro Nacional PIBID Teatro


Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica
13 – 14 de Abril – Belo Horizonte


O PIBID/FAE/UFMG e a Comissão Organizadora do I Encontro Nacional do PIBID Teatro têm o prazer de convidar – pesquisadores, professores, estudantes –, para participar do evento intitulado Metodologia para o ensino de teatro na Educação Básica, que acontecerá no campus da Universidade Federal de Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte, nos dias 13 e 14 de abril de 2012.

I Encontro Nacional PIBID Teatro pretende dar início a uma série de encontros com o desejo de aprofundar a discussão dos fundamentos teóricos e metodológicos das pesquisas e práticas pedagógicas realizadas sobre o Ensino de Teatro nas escolas de Educação Básica. Como resultado desse movimento e do significativo acúmulo de conhecimentos produzidos sobre o ensino de Teatro nos cursos de graduação e pós-graduação, constata-se a crescente necessidade de definição de objetos, fontes, metodologias e diálogos interdisciplinares.

O evento tem por objetivos principais:
1. Conhecer as práticas de cada PIBID Teatro e os seus modos de articulação nas IES;
2. Estabelecer espaço de troca de experiências acerca do Ensino de Teatro entre os bolsistas estudantes, supervisores e coordenadores do PIBID;
3. Discutir os modos de inserção da disciplina e interdisciplinaridade do Teatro no currículo da Educação Básica.

Nesse sentido, a proposta do evento é criar um espaço destinado ao diálogo entre os PIBIDs Teatro, de forma a ampliar as trocas e o campo investigativo vinculado à Pedagogia do Teatro.
Sejam todos bem vindos!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

IV Festival Estadual de Contadores de Histórias


No início de outubro participei de um Festival de Contadores de História em Porto Alegre. O Festival é uma promoção da Biblioteca Infanto-juvenil Lucília Minssen, da Casa de Cultura Mário Quintana de Porto Alegre. Foram três dias maravilhosos de aprendizagem, conhecimento, troca e convivência com contadores de histórias do Brasil inteiro.

Durante o festival, além das Maratonas de Contação de histórias infantis e a Maratona de Contos Populares, a organização disponibilizou em sua programação oficinas variadas de técnicas de contação, de confecção e manuseio de objetos, de musicalização, dentre outras. Visando aproveitar ao máximo os oficineiros e buscando embasamento e conhecimento, participei de quatro das nove oficinas, que foram: “A Contação de História como Espetáculo”, ministrada por Hermes Bernardi Jr., de Porto Alegre; “História é prá contar”, ministrada por Maria Eunice G. Barbieri (Marô Barbieri), de Porto Alegre; “Contando Histórias: A arte de criar narradores e personagens”; ministrada por Lívia Petry, de Porto Alegre; e por último “Contar com o outro: uma história para dois”, ministrada por Celso Sisto, também de Porto Alegre. Além das oficinas, participei das duas noites de Contos Populares e de uma maratona de contadores na manhã em que Grazi e eu contamos uma história também.

Das oficinas que participei, todas abordavam especificamente o trabalho de contação de história. A partir de várias formas e técnicas os oficineiros nos passaram diversas dicas de como contar, como buscar a atenção do público, principalmente se trabalhamos com o público infantil. Na oficina do Hermes, por exemplo, realizamos mais um debate do que trabalho prático, baseado na nossa conversa e nos nossos questionamentos sobre como agir e usando como exemplo três ou quatro pequenos trechos contados por alguns dos participantes, baseado nas formas de contar apresentadas por eles, o oficineiro nos passou algumas dicas, dentre elas: ter o domínio da história, não perder o contato visual com o público, não hesitar ao contar uma história, a busca pela limpeza nos gestos e no posicionamento no ‘palco’, a base, os pés firmes no chão, coisas importantes. Sobre a utilização de objetos quando necessário, foi dito que eles não devem ilustrar a história, pois não devemos subestimar a imaginação do público sublinhando tudo o que vamos contando.

Na oficina da Marô, fizemos exercícios práticos mesmo. Exercícios de dicção com trava línguas, leitura de texto em grupo, uma pequena análise e divisão de um texto. Na sequência aprendemos a confeccionar uma pequena bruxa utilizando canudinhos de refrigerante, guardanapo e fita crepe, um objeto simples que pode inclusive ser utilizado depois da contação como uma atividade com as crianças. Na sequência, nos dividimos em grupos e com essas bruxas e com alguns outros personagens e elementos trazidos pela oficineira deveríamos construir uma história e contá-la. Foi interessante a maneira como ela conduziu e como nós ao final já estávamos bem mais soltos brincando entre nós e com os objetos e personagens que criamos nas histórias.

A Lívia nos trouxe vários exercícios para trabalhar questões simples de diferenciação de narradores e personagens. Vários desses exercícios já são conhecidos de quem trabalha com teatro, começamos criando uma história em conjunto, com uma “bolinha faladora”, num círculo a bolinha passa de mão em mão, e onde ela pára a pessoa acrescenta uma parte da história, assim vai até que todos tenham participado. Os demais exercícios versaram sobre trabalhos de improvisação e de jogo. Criamos personagens, inventamos uma história com eles e depois a encenamos. Utilizamos ainda ‘dedoches’ (pequenos fantoches manipulados apenas pelos dedos) e também em grupos criamos uma história e a apresentamos para o grande grupo. Encerramos com a leitura/narração de uma história trazida pela Lívia, “Encontro em Samarra” na história havia três personagens, a Morte, um Mercador, e o Servo deste Mercador, o jogo consistiu em realizar essa leitura/contação a partir do ponto de vista de um desses personagens, sem a presença de um narrador e sim de um personagem narrador.

Para encerrar a maratona de oficinas tive o prazer de conhecer Celso Sisto, que de uma forma muito simples nos conduziu a um estado de jogo, de concentração e de ligação entre os participantes da oficina, formei dupla com uma moça, que mesmo sem conhecê-la, era como se tivesse sempre trabalhado ela. Também baseado em alguns exercícios que usamos em ensaios e aulas de teatro, trabalhamos alguns pontos como confiança e interação com e entre as duplas. Trabalhamos o tempo todo com a mesma dupla para construir essa ligação e essa intimidade. O foco da oficina foi a contação de uma história em dupla, para isso conversamos sobre o que uma contação em dupla deveria ter, alguns pontos foram: a relação entre os contadores, o domínio da história, uma análise da história, o jogo e a espontaneidade, dentre outros. Após essa conversa e essa lista de objetivos, escolhemos um livro de história dentre os que ele havia levado e nos preparamos para contá-la em dupla. Foi sem dúvida uma experiência muito enriquecedora, pois tínhamos pouco tempo para ler, analisar, discutir, decorar a história, ensaiar e apresentar, tudo em dupla, sem atropelar o colega em nada, nem nas decisões nem na contação, sem interferir no texto da colega, sem contar tudo sozinha, foi uma coisa difícil, mas muito prazerosa. Trabalhar essas possibilidades de narrativa intercalada, onde cada uma de nós contava um pouquinho do que ia acontecendo e perceber ao final que nós conseguimos alcançar o objetivo foi muito bom, pois partilhamos a história e repartimos ela, contamos juntas e não um pedaço cada uma.
Além das oficinas, participamos das maratonas de Contos Populares e de apenas uma manhã de contação para as crianças, queria ter visto mais gente contando história. Nas duas noites de Contos Populares, vimos alguns dos oficineiros e dos contadores de história que participavam do festival contando histórias de caráter mais regional, alguns deles mais voltados ao público adulto, mas de uma riqueza sem tamanho. Na nossa prática de contação, senti falta de público, tínhamos poucas crianças na platéia e já eram maiores um pouco, pareciam não estar muito envolvidos com a história, contamos “Minha mãe é um problema”, de Babete Cole. Mas de uma maneira geral, foi ótimo interagir com eles, contar história, e ainda ver como os outros contadores trabalham, como eles contam suas histórias, que recursos utilizam para envolver os ouvintes, sem dúvida foram três dias de muito aprendizado, muita troca de experiência, de conhecimento, sem contar nos amigos maravilhosos que fiz, das pessoas generosas que encontrei, muito dispostas e disponíveis a ensinar, a aprender e a partilhar.

Aline Luz

sábado, 15 de outubro de 2011

COMUNHÃO* - IV Festival de Contadores de Histórias

06/10

Oficina “Daqui acolá, cada um tem uma história pra contar...” com Danilo Furlan

A manhã de quinta começou com uma conversa gostosa sobre contação de histórias. O oficineiro montou todos os personagens de sua história conversando conosco que ficamos maravilhados como uma técnica tão simples pode dar um trabalho tão interessante. Depois este nos contou duas histórias: “A Rainha e o Vento” de Eduardo Bakr e “A Pastorinha de Porcelana” de Hans Christian Andersen. Conversamos sobre detalhes na hora da contação, como o olhar, o manuseio dos objetos e o significado dos objetos na imaginação da criança. Ele nos explicou a diferença entre objetos simples e objetos compostos para a contação, sendo objetos simples aqueles que não possuem nenhum tipo de transformação ou alteração (que não tenham sido compostos por nada). Nos disse a importância das pausas no momento da contação e do curto tempo de uma história, posto que todo ouvinte deve ao final da contação se lembrar do começo meio e fim da história. Por fim nós montamos nossos bonecos de revista e fita crepe. Fiquei encantada com a criatividade das minhas colegas de oficina, foi realmente uma ótima experiência. Danilo também nos mostrou diversas maneiras de fazer a contação com esses objetos, como a maneira de fazer com que andem, ou como se movimentam.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Encontro de contadores de histórias

 
Evento do qual participarão as pibidianas Graziele Barros e Aline Luz.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

II Seminário Ensino de Arte, Ensinar e Pesquisar – a Reversibilidade da Formação Docente


24 a 26 de Agosto de 2011

Este Seminário pretende ser um fórum, de formação continuada para discutir o tema do ensino da arte, mais especificamente voltado às práticas pedagógicas e metodológicas em sala de aula, com ênfase dada à pesquisa. O evento caracteriza-se pela troca inter e transdisciplinar, na medida em que procura contemplar as linguagens da música, dança, teatro e artes visuais, dialogando ainda com profissionais de áreas afins (educação, filosofia, história, biologia), para que o foco do ensino como pesquisa na formação docente e na prática em escolas produza um debate transversal. Nesta edição do evento pretende-se dar um grande espaço de relatos aos professores da rede de ensino para mostrarem e refletirem sobre suas práticas, considerando a reversibilidade do processo de ensinar-aprender.

Local: Auditório Centro de Arte

Promoção: Projeto Arte na Escola do Centro de Artes/UFPEL

Coordenação: Profa. Dra. Ursula Rosa da Silva (CEARTE/UFPEL)

Profa. Dra. Mirela Meira (FaE/UFPEL)

Curadoria Pedagógica: Profa. Dra. Maria Isabel Petry (Fundarte)

Apoio: Centro de Artes/UFPEL, Faculdade de Educação/UFPEL, Fundarte/UERGS Montenegro

Público Alvo: alunos e professores das áreas de artes, educação, comunicação, professores da rede de ensino, educadores e comunidade em geral.

Carga Horária: 30 h Vagas: 60

Informações: http://www.paeufpel.blogspot.com/

Programa

Dia 24/08/2011 (quarta -feira): Auditório Cearte

· Formação Docente, Pesquisa e Práticas criadoras em arte e educação no cotidiano escolar

Profa. Dra. Marly Meira (UFRGS) – contato Mirela: mirelameira@gmail.com

Profa. Dra. Maria Isabel Petry Kehrwald (Fundarte); isabel@fundarte.rs.gov.br

Coordenação Profa. Dra. (FaE/UFPEL) mirelameira@gmail.com

LANÇAMENTO DE LIVROS dos PÓLOS UFPEL e Fundarte/Montenegro ARTE NA ESCOLA e Arte, Educação e Afeto (Marly Meira)

Mesa: O Professor Pesquisador e sua Formação

· Currículo e formação de professores nas Licenciaturas em Artes

Prof. Ms. Roberto Heiden (UFPel) - roberto.heiden@yahoo.com.br

· O ator-professor e a Formação em teatro

Prof. Dr. Adriano Moraes (UFPel/ curso teatro) -adriano_moraes@terra.com.br

· A dança-educação na escola

Prof. Drando. Gustavo Duarte (UFPel/curso dança) - guto.esef@gmail.com

Dia 25/08/2011 (quinta -feira)

8h às 12h – Comunicações (Salas 251, 252 e 253, 20 piso Fae)

14h às 17h Mesa: Professores: propostas e metodologias para sala de aula

Auditório CEARTE

· Fotografia nas aulas de Artes Visuais: uma provocação

Profa. Esp.anda.Caroline Azambuja (Profa. da Rede municipal de Pelotas) - cacaazambuja@bol.com.br

· Como trabalhar a criatividade no desenho pelo uso dos signos e referenciais cotidianos?

Prof. Esp.ando Jorge Thiago (Prof. da Rede municipal de Pelotas) -

· Corporeidade no Ensino das Artes Visuais

Profa. Msanda.Ângela Neves (Profa. da Rede municipal de Pelotas) -angelabalz@yahoo.com.br

· O professor que faz arte: experiências musicais com educadores de instituições de abrigagem de crianças e adolescentes.

Prof. Drando. Edson Ponick (EST/RS) - edsonponick@gmail.com

19h – Interdisciplinaridade nas escolas: experiências pibidianas

Auditório CEARTE

· PIBID Teatro: construindo uma disciplina na interdisciplinaridade

Profa. Ms. Tais Ferreira (UFPel/ curso teatro) taisferreirars@yahoo.com.br

· PIBID UFPel: aspectos básicos e a elaboração de um projeto interdisciplinar na escola

Profa. Dra. Sonia Schio (UFPel/ curso Filosofia) - soniaschio@hotmail.com

20h – Mapa das Artes em Bagé

Auditório CEARTE

· Panorama das Artes na rede de ensino de Bagé

Profa. Tania Amália dos Santos (SME Bagé) – contato com Sandra: sandravie3000@yahoo.com.br

· Educação patrimonial: o legado da arquitetura da cidade de Bagé e sua dimensão com o sensível

Profa. Ms. Sandra Vieira (IFSul/Bagé) - sandravie3000@yahoo.com.br

Dia 26/08/2011 (sexta -feira)

9h às 11h - Encontro com Professor (salas 101;102;103;E; F;1º piso-FaE)

Prof. Ms. Paulo Damé - (UFPel/ curso de artes visuais) – paulodame@gmail.com

Profa. Dra. Duda Gonçalves – (UFPel/ artes visuais) - dudagon@terra.com.br

Profa. Ms. Julia Hummes – (Fundarte/curso de música) - julia@fundarte.rs.gov.br

Prof. Dr. Raul Costa D’Ávila - (UFPel/ curso de música) - costadavila@gmail.com

Profa. Dranda. Vanessa Caldeira Leite – (UFPel/ curso de teatro) - leite.vanessa@hotmail.com

14h às 17h – Relatos de professores: metodologias e experiências de sala de aula. local:Auditório CEARTE

· Estudo de materiais e técnicas com ênfase em materiais alternativos

Prof.a Ms anda. Rejane Santos (Prof. da Rede municipal de Pelotas) - re.rejanesantos@gmail.com

· Mafalda vai á escola

Prof. Esp.ando.Cassius André Prietto Souza - cassius_andre@hotmail.com

· O Panorama da Música nas Escolas de Pelotas

Profa. Ms. Isabel Hisrch (UFPel, curso música) - isabel.hirsch@ymail.com

· Ouvindo a escrita - a experiência do ensino de literatura em mídias alternativas

Ms. Marcelo Noah (escritor e radialista, mestre em escrita criativa PUC/RS) -

19h – Mesa de encerramento: Experiências interdisciplinares: arte e outras linguagens

Profa. Dra. Rosana Aparecida Fernandes (UNIT - Aracaju) - rosanafernandes.edu@gmail.com

Prof. Drando.Paulo Robson de Souza (UFMS) - paulorobson.souza@gmail.com

Coordenação: Profa. Dra. Mirela Ribeiro Meira NUTREE/ Fae

Relatório IV Jornada Latino-Americana



Programação e relatos do evento:


Dia 07 de julho

Inscrições, abertura e palestra com os atores Renato Borgui, um dos fundadores do Teatro Oficina e Élcio Nogueira que apresentam seu projeto Embaixada do Teatro Brasileiro que aconteceu com os próprios rodando por 15 países da América Latina, além de Portugal e Espanha (próximo pretendem que seja o México). Com apoio integral do Ministério da Cultura levam as tradições, cultura e obras do teatro brasileiro, com o objetivo de realizar um intercâmbio por meio de apresentações e oficinas integram não só a língua, mas também a linguagem do nosso teatro.

Élcio Nogueira diz que a experiência de intercâmbio trouxe a certeza de que a troca de conhecimento e cultura pode ser muito rica para todos, fala também que só haverá uma integração de verdade, quando atores começarem a montar obras do Brasil e a gente comece a montar com mais frequência obras originais desses países também.

Eles trouxeram e catalogaram 11000 peças nessa viagem e pretendem, através da FUNARTE, publicar esse material para intercâmbio.

Na parte da tarde, palestra com a professora Julia Elena Sagaseta de Buenos Aires: A cena performática do teatro de Buenos Aires.

A próxima atividade foi a sessão de pôsteres, ao qual apresentei o trabalho O teatro no Pibid – o Pibid no teatro. O pôster mostra um panorama geral das atividades do Pibid II da UFPel desde seu início.

No primeiro encontro das sessões coordenadas, participei do tema Práticas Pedagógicas e Formativas, com a coordenação de Márcia Pompeo e Biange trazendo para a mesa a problematização nos trabalhos ali apresentados e onde surgiram as questões:

- Se o processo artístico é e quando pedagógico?

- Qualquer processo artístico pode ser pedagógico?

- A ligação do ator com o espectador pode ser uma formação pedagógica?

- Quais os momentos que se usa a voz da educação no teatro e do teatro na educação, em que momento está se usando a voz do professor e/ou a voz do diretor?

Márcia Pompeo ressalta: para se dar aula de artes, primeiro temos que nos descobrir artistas, assim teremos mais chances de não impormos uma aula, pois desta forma, é que ela poderá ser considerada não pedagógica.

Na parte da noite, às 19h30min foi exibido o filme “O Rei da Vela”, filme considerado um marco na história do moderno teatro brasileiro e que deu origem ao movimento batizado de Tropicalismo. Filmado entre 1970 e 1971 pelo Teatro Oficina ficou guardado por conta do exílio de Zé Celso que apenas em 1982, já de volta ao Brasil, monta o filme com uma série de imagens captadas nos anos de exílio, com cenas da peça, fragmentos de documentários e uma entrevista inicial com o próprio.

O filme nos remete a uma caótica sociedade brasileira emergindo para uma tentativa de democracia e que reflete até o presente, comprovando que, mesmo com toda sua precariedade, é um trabalho com uma história ainda atual.

Dia 08 de julho

Segundo encontro das sessões coordenadas, participei do tema Práticas Pedagógicas e Formativas, com a coordenação de Narciso Telles.

Não participei do primeiro dia, mas ficou a questão do dia anterior: as metodologias de ensino dão conta dos alunos que têm necessidades especiais e, como repensar a prática para educar se ainda há uma carência de instrumentalizados?

Foram muitas opiniões e uma professora que trabalhou fora do país com uma sala de alunos especiais, sugeriu que não se precisa estar preparada para dar aula para alunos com necessidades especiais, pode ser no escuro, com uma educação não tecnicista, pois foi assim que deu muito certo pra ela, contrapondo esta, surgiu a opinião que o desconhecido nos instiga a estudar mais, conhecer e prepararmo-nos para dar uma aula.

Trabalhar com diferenças, do desviante, o que sai do que estamos acostumados, existe independente de os alunos serem pessoas com necessidades especiais, por isso o desafio não deixa de existir.

Programação Cultural

Na nossa chegada a Blumenau no dia 06, eu e a professora Taís Ferreira, assistimos à peça Volúpia do grupo Cia Carona de Teatro. Colocados em situações limites nos seus relacionamentos, aprisionados por uma sexualidade que não sabem se libertam ou não, os personagens de Volúpia perseguem certezas que não conhecem, através de histórias que se entrelaçam, Volúpia caminha por becos escuros.

A criação do processo surgiu da experimentação física dos atores em treinamentos dirigidos por Pépe Sedrez, diretor da companhia. O texto surge lentamente através do material observado durante os ensaios. A Cia Carona de Teatro tem sede no Teatro Carlos Gomes, foi fundada em 1995 e há 15 anos leva ao público espetáculos que sintetizem o seu processo de trabalho. Esse processo é fundamentado na investigação acerca do trabalho do ator e suas relações dialéticas em grupo.

24º FITUB

Quase paralelo à 24ª Jornada, acontece também o FITUB que se estendia até dia 16 de julho, ao qual podemos assistir a peça de abertura do festival Vida, da Companhia Brasileira de Teatro de Curitiba-PR, no grande auditório do Teatro.

Exilados numa cidade imaginária, dois homens e duas mulheres fazem parte de uma banda que ensaia para uma apresentação comemorativa do jubileu da cidade. Fechados numa sala vazia convivem entre si e revelam comportamentos, relações, conflitos e histórias de suas vidas prosaicas, repletas de humor, sensibilidade e um sentido de transformação. Com um argumento simples, a nova criação da companhia Brasileira de Teatro trás para a cena um longo período de pesquisas sobre a obra do poeta curitibano Paulo Leminski. A peça não é adaptação de uma obra literária, mas sim um texto original escrito a partir da experiência de leitura e de convivência criativa com os textos do autor e suas referências. Autoria e direção de Marcio Abreu, uma peça deliciosa, com mais de uma hora de duração, mas que nos envolve sensivelmente e comicamente não nos deixando perceber que o tempo passou.

Uma peça maravilhosa que para mim valeu o festival, pois não pude permanecer até o final.