Sobre o Projeto

O Programa Interinstitucional de Bolsas de Iniciação à docência (PIBID) é um programa do MEC, fomentado pela CAPES para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. Na UFPel, desde 2010, o curso de Teatro está participando, juntamente com os demais cursos de licenciatura. Atualmente somos um grupo de 12 alun@s do curso de Teatro - Licenciatura da UFPel, bolsistas do PIBID - CAPES/MEC. Desenvolvemos ações específicas da área de teatro e projetos educacionais interdisciplinares, no momento, atuando em quatro escolas públicas parceiras do programa, em Pelotas/RS, orientados pelas professoras/es supervisoras/es das escolas e pelos coordenadores de área.
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Oficina de Jogos Boole

Durante a manhã do dia 29 de maio deste ano tivemos a oportunidade de conhecer e aprender como trabalhar com os Jogos Boole. Estes foram criados pelo professor de matemática Procópio Mello com a finalidade de ensinar de maneira lúdica e divertida a matemática e desenvolver o pensamento lógico.
Atualmente sua família segue trabalhando com esta metodologia apresentando os Jogos através de oficinas. Ao realizar a oficina pudemos perceber a relevância do uso dos jogos em sala de aula e pensar as numerosas maneiras de se trabalhar ludicamente com os enigmas propostos. 



sexta-feira, 7 de junho de 2013

Apresentação dos Projetos Interdisciplinares 2013

No dia 22 de fevereiro de 2013, nas dependências da ESEF todos pibidianos, alunos, coordenadores das sete áreas e supervisores das sete escolas que compõem o Pibid Humanidades reuniram-se para realizar a apresentação dos projetos interdisciplinares elaborados pelos grupos de casa escola. Os projetos apresentados nesta data são os se desenvolvem atualmente nas escolas E.T.E. Profª. Sylvia Mello, I.E.E. Assis Brasil, E. M. de Ensino Fundamental Ministro Fernando Osório, E. M. de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Getúlio Vargas, E. E. E. M. Drº Antônio Leivas Leite, Colégio Estadual Félix da Cunha, Escola Estadual Santa Rita


terça-feira, 12 de março de 2013

Oficina Leivas Leite


Plano da Oficina

1) Caracterização da oficina:
Oficineiros: Aline Luz e Luana Franz
Público Alvo: Pibidianos da Escola Dr. Antônio Leivas Leite
Idade: Jovens e Adultos
Data e horário: 11 de dezembro de 2012, das 8h e 30min. às 11h
Carga horária: 2h/aula
Número de Participantes: 20 – 25 participantes

2) Objetivo Geral:
Possibilitar a criação de um espaço de sensibilização, expressão e conhecimento das

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Está acontecendo no Leivas Leite


A escola Dr. Antônio Leivas Leite está localizada em um bairro mais afastado do centro da cidade de Pelotas, o Três Vendas e fica próxima ao presídio regional de Pelotas.

A escola apresenta uma boa estrutura, possui um amplo pátio, quadras de esporte que não parecem ter ótimas condições de utilização, mas no momento contemplam as aulas de educação física. Possui uma sala de vídeo, um laboratório de ciências, uma sala de áudio visual e uma sala exclusiva para as aulas de artes. Ainda em termos de estrutura, há um refeitório não muito grande, um pavilhão coberto para que os alunos permaneçam ou mesmo realizem atividades em dias de chuva. A biblioteca da escola está fechada por falta de funcionário, os livros estão acumulados há anos, muitos já sem validade didática e mofados e vários deles nem foram entregues aos alunos.

Síntese do Artigo "Empilhando Carteiras à Procura de um Espaço Vazio"

"Empilhando Carteiras à Procura de um Espaço Vazio"
Profª. Drª. Márcia Strazzacappa – UNICAMP



Síntese:

A autora questiona em seu texto qual é o espaço dado às aulas de dança e teatro nas escolas e, a alteração das leis de ensino que as tornam disciplinas obrigatórias, não levando em consideração as características de cada região.

Strazzacappa reflete sobre as aulas de artes que são ainda voltadas apenas às artes plásticas e ministradas por professores que ainda desconhecem a real dimensão das demais linguagens artísticas. Para alguns, a aula de artes, ainda é sinônimo de aulas de desenho. Faltam professores preparados para essas atividades, espaço adequado e formação especializada.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Está acontecendo no Assis Brasil



As atividades do PIBID-UFPEL 2012 tiveram início em Setembro, por conta da greve nacional das instituições federais, em contrapartida tivemos como tarefas domiciliares durante este período de greve, a leitura de quatro artigos do Congresso Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas (ABRACE) do grupo de trabalho (GT) Pedagogia do Teatro e Teatro na Educação.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ABRACE



Participação no Congresso da ABRACE

Nos dias 8 a 11 de outubro de 2012, bolsistas, ex-bolsistas e coordenadoras do PIBID-Teatro participaram do VII Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas - ABRACE, ocorrido na UFGRS, em Porto Alegre. Pela primeira vez, o Congresso da ABRACE aceitou a participação de alunos de graduação, bolsistas de iniciação à docência e à pesquisa, com apresentação de trabalhos na modalidade pôster. Na ocasião foram apresentados três pôsteres sobre PIBID-Teatro/UFPel. Abaixo os resumos apresentados:


terça-feira, 29 de maio de 2012

I Encontro Nacional PIBD – Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012


‘Oh! que saudades que tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais! (...)’.

        Foi com um belíssimo vídeo do grande Paulo Autran, recitando o também belíssimo poema, ‘Meus oito anos’ de Casimiro de Abreu, que fomos recebidos no I Encontro Nacional PIBID – Teatro, sob o tema: Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica. A Faculdade de Educação da UFMG (FaE – UFMG) foi palco desde encontro nos 13 e 14 de abril de 2012, recebendo, muitíssimo bem por sinal, Pibidianos e alunos dos cursos de Licenciatura em Teatro das nove instituições de ensino superior que atuam no Programa Interdisciplinar de Bolsa de Iniciação à Docência da CAPES (UFMG, UFOP, UFPEL, EDESC, UFRGS, UFBA, UFU, UFC, UFSJ), mais a UnB, que ainda não tem o Programa, mas marcou presença representada por alguns discentes. Além dos acadêmicos de teatro bolsistas do programa, também estavam presentes professores coordenadores da área teatro e professores supervisores de algumas das escolas participantes.
      

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Trabalho aprovado para o I Encontro Nacional do PIBID - Teatro

O TEATRO NAS SÉRIES INICIAIS

Palavras-chave: Teatro, escolas, séries iniciais.

No PIBID Teatro da UFPEL elaboramos uma sequência de atividades que propiciassem vivências teatrais nas escolas públicas parceiras do Programa, dentre elas destacamos algumas, que foram aplicadas nas séries iniciais. Durante os diagnósticos realizados nas escolas, percebemos que os discentes precisavam desenvolver seu imaginário e expressar seus sentimentos, além disso, observamos que esses alunos precisavam ampliar seus referenciais de mundo, trabalhando as seguintes linguagens: escrita, sonora, dramática, cinematográfica e corporal (STOKOE, 1987). Para alcançar esses objetivos buscamos ações como a Hora do Conto, o Recreio orientado e aulas práticas de expressão corporal e vocal. Para os menores (1° e 2° anos), foram trabalhadas todas as ações citadas, já para os maiores (4° e 5° anos), elegemos apenas a Hora do Conto, numa tentativa de unir teatro e literatura, levando um pouco do fazer teatral para a sala de aula e tentando estimular, desde cedo, o gosto pela leitura. Os recreios orientados surgiram com o intuito de direcionar a atenção das crianças para brincadeiras que pudessem, além de divertir e distrair, trazer a elas avanços principalmente no que diz respeito à socialização, coordenação motora, atenção e foco. Já nas aulas práticas foram desenvolvidas atividades lúdicas e jogos realizados a partir da pedagogia do teatro. O teatro é fundamental na vida de uma criança, pois faz dela um ser criativo e consciente de si e do outro. Dentro das escolas pudemos perceber pequenas mudanças no comportamento dos pequenos, mas as crianças beneficiar-se-iam cada vez mais se práticas como essas forem estimuladas cotidianamente.

Modo de apresentação: Conversa.

Bibliografia:
STOKOE, Patrícia. Expressão corporal na pré-escola. São Paulo. Summus 1987.




BARBOSA, Bianca Ebeling – Bolsista de Graduação.
BARROS, Graziele Soares de – Bolsista de Graduação.
LUZ, Aline de Abreu da – Bolsista de Graduação.
LACAU, Ana – Supervisora da Escola Dom João Braga.
SILVEIRA, Fabiane Tejada - Coordenadora de Área – UFPEL.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Porto Alegre em Cena


Há 18 anos a primavera em Porto Alegre recebe muito mais do que flores, cores e aromas. Ela recebe artistas do estado, do Brasil e do mundo em um Festival Internacional e maravilhoso, o Porto Alegre em Cena. Este ano de 2011 não foi diferente, atingindo a sua maioridade o POA em Cena nos possibilitou contos com renomados artistas da cena teatral mundial, abriu sua temporada com um espetáculo lindo da Cia de Pina Baush, Tem Chi, o último espetáculo dirigido pela bailarina antes de sua morte em 2009. Este foi apresentado em abril, como espetáculo de abertura do POA em Cena 2011. Mas isso era só uma prévia do que ainda viria pela frente, pois além dos espetáculos apresentados durante o Festival, ainda teremos em dezembro, no encerramento, um de Ariane Mnouchkine.

Nós, bolsistas do Programa PIBID Teatro da UFPel, fomos agraciados com uma viagem espetacular, passamos um final de semana em Porto Alegre para conferir alguns destes espetáculos. Assistimos aos seguintes: “A Flauta Mágica”, “Medeia” e “A Última Gravação de Krapp”. Além dos espetáculos ainda tive a oportunidade de reencontrar amigos teatreiros, conversar sobre teatro e passear um pouquinho pelas exposições da 8ª Bienal do Mercosul.

Falar sobre o que vi não é tão fácil, simplesmente amei cada um dos três espetáculos que assisti. Cada um com sua peculiaridade e especificidade. Comecemos pelo princípio então, o primeiro de todos foi uma ópera, “A Flauta Mágica”, achei maravilhosa. Uma representação limpa, sem grandiosos efeitos visuais ou de cenários. Em cena apenas alguns bambus, que eram transformados pelos próprios atores/cantores nos espaços que representavam. Achei muito lindo, os atores/cantores davam conta de tudo por si mesmos, davam conta de nos passar a história de nos envolver com os poucos diálogos que tinham e com o belo trabalho corporal e vocal que pude observar.

Na noite seguinte assistimos “Medeia”, algo fabuloso. Um grupo lindo de mulheres que formavam o coro e que ao mesmo tempo eram tão cotidianas em cena e tão belas, tão vivas. Um grupo que ao mesmo tempo parecia estar ali conversando cotidianamente, mas com uma vivacidade que não sei explicar... tão próximo, tão simples e tão forte, tão denso.

No domingo encerramos nosso final de semana cultural assistindo a uma maravilhosa apresentação de Bob Wilson, que subiu ao palco do Teatro São Pedro com a peça “A Última Gravação de Krapp”. Sem dúvida uma experiência única na minha vida, poder ver tão próximo alguém tão importante na nossa vida acadêmica e teatral, Bob Wilson. Ele estava ali, no palco, com uma presença impecável. Um cenário e uma luz deslumbrantes e eu assisti a representação de um texto que eu tinha como maçante, cansativo, sem nem perceber que o tempo passou e o espetáculo acabou. Foi sem dúvida uma experiência deliciosa.

Agora eu aguardo ansiosamente pelo encerramento do POA em Cena no final do ano com Ariane Mnouchkine, na esperança e na expectativa de poder assistir ao espetáculo do Théâtre du Soleil.

Aline Luz

IV Festival Estadual de Contadores de Histórias


No início de outubro participei de um Festival de Contadores de História em Porto Alegre. O Festival é uma promoção da Biblioteca Infanto-juvenil Lucília Minssen, da Casa de Cultura Mário Quintana de Porto Alegre. Foram três dias maravilhosos de aprendizagem, conhecimento, troca e convivência com contadores de histórias do Brasil inteiro.

Durante o festival, além das Maratonas de Contação de histórias infantis e a Maratona de Contos Populares, a organização disponibilizou em sua programação oficinas variadas de técnicas de contação, de confecção e manuseio de objetos, de musicalização, dentre outras. Visando aproveitar ao máximo os oficineiros e buscando embasamento e conhecimento, participei de quatro das nove oficinas, que foram: “A Contação de História como Espetáculo”, ministrada por Hermes Bernardi Jr., de Porto Alegre; “História é prá contar”, ministrada por Maria Eunice G. Barbieri (Marô Barbieri), de Porto Alegre; “Contando Histórias: A arte de criar narradores e personagens”; ministrada por Lívia Petry, de Porto Alegre; e por último “Contar com o outro: uma história para dois”, ministrada por Celso Sisto, também de Porto Alegre. Além das oficinas, participei das duas noites de Contos Populares e de uma maratona de contadores na manhã em que Grazi e eu contamos uma história também.

Das oficinas que participei, todas abordavam especificamente o trabalho de contação de história. A partir de várias formas e técnicas os oficineiros nos passaram diversas dicas de como contar, como buscar a atenção do público, principalmente se trabalhamos com o público infantil. Na oficina do Hermes, por exemplo, realizamos mais um debate do que trabalho prático, baseado na nossa conversa e nos nossos questionamentos sobre como agir e usando como exemplo três ou quatro pequenos trechos contados por alguns dos participantes, baseado nas formas de contar apresentadas por eles, o oficineiro nos passou algumas dicas, dentre elas: ter o domínio da história, não perder o contato visual com o público, não hesitar ao contar uma história, a busca pela limpeza nos gestos e no posicionamento no ‘palco’, a base, os pés firmes no chão, coisas importantes. Sobre a utilização de objetos quando necessário, foi dito que eles não devem ilustrar a história, pois não devemos subestimar a imaginação do público sublinhando tudo o que vamos contando.

Na oficina da Marô, fizemos exercícios práticos mesmo. Exercícios de dicção com trava línguas, leitura de texto em grupo, uma pequena análise e divisão de um texto. Na sequência aprendemos a confeccionar uma pequena bruxa utilizando canudinhos de refrigerante, guardanapo e fita crepe, um objeto simples que pode inclusive ser utilizado depois da contação como uma atividade com as crianças. Na sequência, nos dividimos em grupos e com essas bruxas e com alguns outros personagens e elementos trazidos pela oficineira deveríamos construir uma história e contá-la. Foi interessante a maneira como ela conduziu e como nós ao final já estávamos bem mais soltos brincando entre nós e com os objetos e personagens que criamos nas histórias.

A Lívia nos trouxe vários exercícios para trabalhar questões simples de diferenciação de narradores e personagens. Vários desses exercícios já são conhecidos de quem trabalha com teatro, começamos criando uma história em conjunto, com uma “bolinha faladora”, num círculo a bolinha passa de mão em mão, e onde ela pára a pessoa acrescenta uma parte da história, assim vai até que todos tenham participado. Os demais exercícios versaram sobre trabalhos de improvisação e de jogo. Criamos personagens, inventamos uma história com eles e depois a encenamos. Utilizamos ainda ‘dedoches’ (pequenos fantoches manipulados apenas pelos dedos) e também em grupos criamos uma história e a apresentamos para o grande grupo. Encerramos com a leitura/narração de uma história trazida pela Lívia, “Encontro em Samarra” na história havia três personagens, a Morte, um Mercador, e o Servo deste Mercador, o jogo consistiu em realizar essa leitura/contação a partir do ponto de vista de um desses personagens, sem a presença de um narrador e sim de um personagem narrador.

Para encerrar a maratona de oficinas tive o prazer de conhecer Celso Sisto, que de uma forma muito simples nos conduziu a um estado de jogo, de concentração e de ligação entre os participantes da oficina, formei dupla com uma moça, que mesmo sem conhecê-la, era como se tivesse sempre trabalhado ela. Também baseado em alguns exercícios que usamos em ensaios e aulas de teatro, trabalhamos alguns pontos como confiança e interação com e entre as duplas. Trabalhamos o tempo todo com a mesma dupla para construir essa ligação e essa intimidade. O foco da oficina foi a contação de uma história em dupla, para isso conversamos sobre o que uma contação em dupla deveria ter, alguns pontos foram: a relação entre os contadores, o domínio da história, uma análise da história, o jogo e a espontaneidade, dentre outros. Após essa conversa e essa lista de objetivos, escolhemos um livro de história dentre os que ele havia levado e nos preparamos para contá-la em dupla. Foi sem dúvida uma experiência muito enriquecedora, pois tínhamos pouco tempo para ler, analisar, discutir, decorar a história, ensaiar e apresentar, tudo em dupla, sem atropelar o colega em nada, nem nas decisões nem na contação, sem interferir no texto da colega, sem contar tudo sozinha, foi uma coisa difícil, mas muito prazerosa. Trabalhar essas possibilidades de narrativa intercalada, onde cada uma de nós contava um pouquinho do que ia acontecendo e perceber ao final que nós conseguimos alcançar o objetivo foi muito bom, pois partilhamos a história e repartimos ela, contamos juntas e não um pedaço cada uma.
Além das oficinas, participamos das maratonas de Contos Populares e de apenas uma manhã de contação para as crianças, queria ter visto mais gente contando história. Nas duas noites de Contos Populares, vimos alguns dos oficineiros e dos contadores de história que participavam do festival contando histórias de caráter mais regional, alguns deles mais voltados ao público adulto, mas de uma riqueza sem tamanho. Na nossa prática de contação, senti falta de público, tínhamos poucas crianças na platéia e já eram maiores um pouco, pareciam não estar muito envolvidos com a história, contamos “Minha mãe é um problema”, de Babete Cole. Mas de uma maneira geral, foi ótimo interagir com eles, contar história, e ainda ver como os outros contadores trabalham, como eles contam suas histórias, que recursos utilizam para envolver os ouvintes, sem dúvida foram três dias de muito aprendizado, muita troca de experiência, de conhecimento, sem contar nos amigos maravilhosos que fiz, das pessoas generosas que encontrei, muito dispostas e disponíveis a ensinar, a aprender e a partilhar.

Aline Luz

sábado, 15 de outubro de 2011

COMUNHÃO* - IV Festival de Contadores de Histórias

06/10

Oficina “Daqui acolá, cada um tem uma história pra contar...” com Danilo Furlan

A manhã de quinta começou com uma conversa gostosa sobre contação de histórias. O oficineiro montou todos os personagens de sua história conversando conosco que ficamos maravilhados como uma técnica tão simples pode dar um trabalho tão interessante. Depois este nos contou duas histórias: “A Rainha e o Vento” de Eduardo Bakr e “A Pastorinha de Porcelana” de Hans Christian Andersen. Conversamos sobre detalhes na hora da contação, como o olhar, o manuseio dos objetos e o significado dos objetos na imaginação da criança. Ele nos explicou a diferença entre objetos simples e objetos compostos para a contação, sendo objetos simples aqueles que não possuem nenhum tipo de transformação ou alteração (que não tenham sido compostos por nada). Nos disse a importância das pausas no momento da contação e do curto tempo de uma história, posto que todo ouvinte deve ao final da contação se lembrar do começo meio e fim da história. Por fim nós montamos nossos bonecos de revista e fita crepe. Fiquei encantada com a criatividade das minhas colegas de oficina, foi realmente uma ótima experiência. Danilo também nos mostrou diversas maneiras de fazer a contação com esses objetos, como a maneira de fazer com que andem, ou como se movimentam.