Sobre o Projeto

O Programa Interinstitucional de Bolsas de Iniciação à docência (PIBID) é um programa do MEC, fomentado pela CAPES para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. Na UFPel, desde 2010, o curso de Teatro está participando, juntamente com os demais cursos de licenciatura. Atualmente somos um grupo de 12 alun@s do curso de Teatro - Licenciatura da UFPel, bolsistas do PIBID - CAPES/MEC. Desenvolvemos ações específicas da área de teatro e projetos educacionais interdisciplinares, no momento, atuando em quatro escolas públicas parceiras do programa, em Pelotas/RS, orientados pelas professoras/es supervisoras/es das escolas e pelos coordenadores de área.
Mostrando postagens com marcador Relatórios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Relatórios. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Está acontecendo no Getúlio Vargas


Nossa escola é a Getúlio Vargas. Começamos conhecendo a escola e sua estrutura física e o grupo de professores atuantes. Neste dia tivemos contato com a biblioteca, refeitório e algumas salas de aula. Fomos muito bem acolhidos. Os professores permitiram que entrássemos em suas turmas para observar os alunos e nos ajudaram perceber quais as necessidades dos alunos e da escola.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Está acontecendo no Leivas Leite


A escola Dr. Antônio Leivas Leite está localizada em um bairro mais afastado do centro da cidade de Pelotas, o Três Vendas e fica próxima ao presídio regional de Pelotas.

A escola apresenta uma boa estrutura, possui um amplo pátio, quadras de esporte que não parecem ter ótimas condições de utilização, mas no momento contemplam as aulas de educação física. Possui uma sala de vídeo, um laboratório de ciências, uma sala de áudio visual e uma sala exclusiva para as aulas de artes. Ainda em termos de estrutura, há um refeitório não muito grande, um pavilhão coberto para que os alunos permaneçam ou mesmo realizem atividades em dias de chuva. A biblioteca da escola está fechada por falta de funcionário, os livros estão acumulados há anos, muitos já sem validade didática e mofados e vários deles nem foram entregues aos alunos.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Está acontecendo no Assis Brasil



As atividades do PIBID-UFPEL 2012 tiveram início em Setembro, por conta da greve nacional das instituições federais, em contrapartida tivemos como tarefas domiciliares durante este período de greve, a leitura de quatro artigos do Congresso Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas (ABRACE) do grupo de trabalho (GT) Pedagogia do Teatro e Teatro na Educação.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Está acontecendo no Sylvia Mello



As primeiras reuniões do Pibid foram bem explicativas. Variaram de apresentações à discussões sobre o Projeto que será implantado na escola Sylvia Mello.

Nas primeiras visitas, podemos constatar alguns problemas na Escola. Como, por exemplo, a infraestrutura. Apesar de ser uma escola com um amplo espaço físico, os alunos não podem fazer atividades externas em dias chuvosos, ou nos dias seguintes às chuvas. Pois, além de não existir um ginásio, a escola fica totalmente alagada. Fora isso, os setores são distantes um do outro, o que dificulta o trânsito dos alunos e funcionários.

Outro problema perceptível é o difícil acesso à cadeirantes.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ABRACE



Participação no Congresso da ABRACE

Nos dias 8 a 11 de outubro de 2012, bolsistas, ex-bolsistas e coordenadoras do PIBID-Teatro participaram do VII Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas - ABRACE, ocorrido na UFGRS, em Porto Alegre. Pela primeira vez, o Congresso da ABRACE aceitou a participação de alunos de graduação, bolsistas de iniciação à docência e à pesquisa, com apresentação de trabalhos na modalidade pôster. Na ocasião foram apresentados três pôsteres sobre PIBID-Teatro/UFPel. Abaixo os resumos apresentados:


sexta-feira, 27 de julho de 2012


Espetáculo Teatral “Cinderela, a Deusa da Paixão.”
no Colégio Estadual Dom João Braga.

Aconteceu na Escola Estadual Dom João Braga, nos dias 16/5 (Apresentação no Sábado Cultural em comemoração aos 200 anos de Pelotas) e 25/6 (Apresentação em duas sessões para os alunos do Ensino Politécnico), a apresentação da Esquete: Teatral “Cinderela, a Deusa da Paixão” de Leandro Vargas, com o Grupo de Teatro Galiambo, dirigido pelo aluno do curso de Teatro da UFPel e também Pibidiano João Vitor Ieffet, que também assina a direção da esquete.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

I Encontro Nacional PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

        Foi muito interessante poder participar do 1º Encontro Nacional PIBID Teatro, o evento prometia grandes trocas de experiências, muita informação e teoria diferentes das que estou acostumado, novas relações entre o meu trabalho, a teoria que estudo e a forma como o entendo. Além de novos contatos e a possibilidade de poder mostrar minhas ideias para pessoas com vivências diferenciadas, ouvindo as suas opiniões. Com tantas expectativas, somente o evento tendo sido tão proveitoso para que eu não tenha voltado frustrado.
      

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Oficina FACCAT

Alunos na Produção Dramática
       

        Nos dias 21 e 22 de junho de 2012, os alunos das disciplinas de Produção Publicitária em TV e Cinema e Criação Publicitária em TV e Cinema da Faccat-Faculdades Integradas de Taquara, tinham em seus planos de aula a realização de produções audiovisuais com clientes reais e com as temáticas Drama e Humor na Propaganda. Os alunos foram surpreendidos pela minha presença, falei um pouco sobre a direção cênica de atores. Em seguida, acompanhei os alunos do curso de comunicação em suas produções. A participação foi feita por meio de uma consultoria, onde o professor da disciplina e eu prestamos atendimento individualizado aos grupos.


João Ieffet 

terça-feira, 29 de maio de 2012

I Encontro Nacional PIBD – Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012


‘Oh! que saudades que tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais! (...)’.

        Foi com um belíssimo vídeo do grande Paulo Autran, recitando o também belíssimo poema, ‘Meus oito anos’ de Casimiro de Abreu, que fomos recebidos no I Encontro Nacional PIBID – Teatro, sob o tema: Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica. A Faculdade de Educação da UFMG (FaE – UFMG) foi palco desde encontro nos 13 e 14 de abril de 2012, recebendo, muitíssimo bem por sinal, Pibidianos e alunos dos cursos de Licenciatura em Teatro das nove instituições de ensino superior que atuam no Programa Interdisciplinar de Bolsa de Iniciação à Docência da CAPES (UFMG, UFOP, UFPEL, EDESC, UFRGS, UFBA, UFU, UFC, UFSJ), mais a UnB, que ainda não tem o Programa, mas marcou presença representada por alguns discentes. Além dos acadêmicos de teatro bolsistas do programa, também estavam presentes professores coordenadores da área teatro e professores supervisores de algumas das escolas participantes.
      

segunda-feira, 21 de maio de 2012

I Encontro Nacional do PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

       Nos dias 13 e 14 de Abril estive participando do I Encontro Nacional do PIBID Teatro que aconteceu em Belo Horizonte no campus da UFMG.
     No dia 13 deu-se início ao evento com a mesa redonda onde esteve presente o Professor Hélder Eterno que falou sobre o Projeto Nacional PIBID CAPES, que além de esclarecer dados importantes sobre a criação e função do PIBID em todo Brasil, trouxe também a importância de se incentivar as Licenciaturas atualmente, pois o número de Licenciandos que se forma a cada ano é muito inferior à quantidade de profissionais que chegam ao “mercado de trabalho”. O Hélder salientou ainda a importância da área das Artes no ensino, afirmando que não só vê o quão imprescindível é o ensino das quatro linguagens de artes no ensino básico, como fez com que no PIBID as quatro linguagens das Artes estivessem separadas, cada uma com seu subprojeto, uma vez que cada uma dessas licenciaturas tem as suas especificidades enquanto área do conhecimento e sua importância. Necessidade esta que fica evidente na seguinte frase do Professor Hélder Eterno.

I Encontro Nacional PIBID - Teatro

Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012

        Nos dias 13 e 14 de abril aconteceu em Belo Horizonte o I Encontro Nacional do PIBID Teatro. Nós, pibidianos do Teatro da UFPel, comparecemos apresentando trabalhos sobre a interdisciplinaridade, sobre nossas práticas da UFPel e também sobre o teatro na escola. O evento contou com a participação de PIBIDs-Teatro de nove universidades o que proporcionou uma imensa troca de saberes entre os pibidianos que lá estavam presente. Durante o primeiro dia participamos de algumas mesas redondas com a presença do coordenador da CAPES, que nos deu um parâmetro de como surgiu o PIBID e como ele está nesse momento. Outra mesa muito interessante contou com a presença do professor Arão Santana, que nos mostrou sua pesquisa sobre os trabalhos que são apresentados pelo PIBID, e do professor Narciso Telles, que, entre outras coisas, nos disse como a presença dos pibidianos na ABRACE seria interessante. Pela tarde tivemos apresentação dos diversos PIBIDs Teatro pelos coordenadores e também a apresentação dos trabalhos dos bolsistas. No segundo dia do evento tivemos uma série de palestras sobre metodologias do teatro nas escolas que foram bastante enriquecedoras. A única questão que lamento sobre o evento foi o curto espaço de tempo, tornando alguns momentos mais corridos e sem a possibilidade de aprofundarmos mais as discussões ou debatermos mais nos grupos. O evento como um todo foi maravilhoso, pois nos fez olhar para as práticas dos colegas de outros PIBIDs e refletir sobre a nossa, além de fazer uma confraternização muito importante para nossa articulação.

Graziele Soares de Barros


quinta-feira, 17 de maio de 2012

I Encontro Nacional do PIBID - Teatro


Relatório I Encontro Nacional PIBD – Teatro
UFMG – Minas Gerais/abril de 2012


Nos dias 13 e 14 de Abril aconteceu na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, o 1º Encontro Nacional PIBID Teatro patrocinado pela CAPES para os bolsistas do programa PIBID da área de Teatro. A sede do encontro foi na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, e teve como tema: “Metodologias para o ensino de teatro na Educação Básica”. A proposta do evento foi “criar um espaço destinado ao diálogo entre os PIBID’s Teatro, de forma a ampliar as trocas e campo investigativo vinculado à Pedagogia do Teatro”, como disseram os organizadores do evento[1].

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Atividade novembro - Fernando Osório


03-11



Neste dia realizamos com ambos os anos a confecção de fantoches. Essa atividade tinha como objetivo confeccionar os personagens da história do João e o pé de feijão. Foi incrível! Os alunos têm mais imaginação e criatividade do que nós imaginamos.

Eles fizeram seus bonecos e no final da aula ouvimos de um dos alunos que aquela aula tinha sido a melhor de todas. Depoimentos como este nos alimenta e nos faz pensar que nossa prática é muito importante para a construção do sujeito.

Esta aula foi maravilhosa e muito prazerosa para nós enquanto arte-educadores.














24-11



Hoje, propomos aos alunos a manipulação dos fantoches confeccionados por eles próprios. Mas não deu muito certo. A maioria nunca assistiu um teatro de fantoche e não tem a mínima noção. Mesmo explicando e fazendo para mostrar uma maneira de como poderia ser fazer eles conseguiram desenvolver a atividade como tínhamos planejado, mas nem sai como pretendemos.

 As turmas fizeram da maneira deles, narrando a história sem conseguir dar vida aos personagens. Poucos queriam fazer a atividade, a maioria principalmente do 1º ano só queria rolar no chão e brincar de outras formas.

Depois de chamarmos a atenção deles por diversas vezes eles se acalmaram e observaram mais uma vez as monitoras fazendo a atividade que era para eles realizarem. Na segunda tentativa tivemos um pouco de sucesso, pois apenas 3 quiseram realizar o teatro com fantoches e os outros ficaram assistindo a apresentação dos colegas.

Acreditamos que a atividade rendeu mais no momento em que deixamos participar somente os que realmente queriam e os demais participaram enquanto plateia.



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Fernando Osório - Outubro


Aula do dia 04 de outubro de 2011



Contamos a versão da Maria Clara Machado da história do Chapeuzinho Vermelho para as turmas do 1° e 2° ano do turno da tarde.

Após realizarmos a contação da história pedimos aos alunos que desenhassem um personagem da história ou alguma cena que eles conseguiram imaginar sobre o conto. Os desenhos foram muito interessantes como se pode ver abaixo:





Aula do dia 13 de outubro de 2011

Dia das crianças de Cara-Pintada



Objetivo do Jogo: Através da visão de sua auto-imagem e posteriormente da imagem que os outros percebem de si mesmo, despertar no participante a consciência da diferença entre o seu eu ideal e o seu eu real.

Propósito: Este jogo facilita o estabelecimento de corretas relações humanas através de:

Sensibilização para suas próprias motivações pessoais; integração do grupo através da revelação do eu ideal de cada um; autopercepção através da reflexão sobre as diferenças entre a sua pintura e a complementação do outro; relacionamento interpessoal através da comunicação não verbal.

Recursos: música para relaxamento. Kits de pintura facial para crianças, um para cada dois participantes. Um espelho por participante. Lenços umedecidos para limpeza do rosto.

Descrição: Sentar os participantes em círculo, cada um com um espelho e o material de pintura à mão. Este é um jogo de comunicação não verbal. Peça aos alunos quem sentem-se confortavelmente com as costas eretas e respirem profundamente. A cada vez que você respirar, você vai ficando mais relaxado.



Agora, imagine uma tela em branco na sua cabeça.

Nesta tela, vai passar uma reportagem. Esta reportagem vai ser sobre a maior felicidade que você já teve na vida. Lembre-se desse fato, e o veja passar como um filme na tela em sua cabeça. 

Agora, conforme o filme estiver passando, veja a sua própria face na tela. Veja o que você expressa, como seus olhos irradiam felicidade. Veja o seu sorriso, a sua testa, seu queixo, suas bochechas. E veja que na sua face existe o melhor que você pode dar para o outro.

 Agora que você viu como a sua cara pode irradiar o que você tem de melhor para dar e como é essa sua expressão de alegria, você vai imaginar como seria pintar este momento no seu rosto. E quando estiver pronto, você vai abrir os olhos, levantar, e em silêncio fazer essa pintura na sua cara. Lembre-se de ficar em silêncio, concentre-se em si mesmo.



Agora, ainda em silencio, vamos deixar os espelhos e pinturas de lado, e vamos andar, mostrando nossa pintura e observando a dos outros.

Agora, escolha um par e em silêncio sentem-se uns em frente aos outros.

Agora, olhe nos olhos de seu parceiro. O que mais esses olhos mostram, que a pintura não pode mostrar? E, conforme você percebe o que pode ser acrescentado na pintura para ficar melhor ainda, passe a completar a pintura na cara do seu parceiro. Vocês têm 5 minutos para isso, podem fazer alternadamente, em 2,5 minutos cada um, ou os dois ao mesmo tempo, como preferirem. O importante é manter o silêncio..


Já passou metade do tempo, se forem trocar, troquem agora.

 Agora larguem as pinturas, peguem os espelhos e vejam como ficou a cara de cada um de vocês.

Vocês podem escolher limpar o rosto com os lenços umedecidos, ou ficar pintados mesmo, caso tenham gostado muito. Se forem limpar, limpem agora.

 Dicas: É importante que os participantes tenham tempo para colocar tudo o que quiserem na pintura. Tanto na primeira quando na segunda fase, dê um tempinho mesmo que todos tenham terminado - alguém pode pintar mais alguma coisa.

No final sente em circulo com o grupo e deixe que cada um fale sobre o que pintou no seu rosto e o porquê fez essa pintura.

Tanto o 1° ano quanto o 2° ano do turno da manhã se divertiu muito realizando essa atividade, tanto que no momento em que os liberamos para lavar o rosto nenhum deles quis tirar a pintura.


Aula do dia 18 e 20 de outubro de 2011.

Nós pibidianas: Maria Zilda, Estelamar, Tainara e Bianca realizaram a dramatização da história O Chapeuzinho Vermelho. Na terça-feira apresentamos para o 1° e 2° ano e a turma do pré do turno da tarde. E na quinta-feira pela manhã realizamos para as turmas do pré, 1° e 2° ano do turno da manhã.

Ambos os dias os alunos trabalharam muito bem tanto na posição de espectador quanto na de ator, pois depois da apresentação das pibidianas alguns alunos voluntários dramatizaram também a história dando a sua visão a essa narração.

 
Aula do dia 28 de outubro de 2011.

Foi contada a história do João e o pé de feijão para a turma de 2º ano e para o 1º ano a história Cachinhos dourados e os três ursos.

Em ambos os anos depois de contada a história teve uma conversa com os alunos em relação as atitudes dos personagens, e eles iam comentando se era certo ou errado e eu perguntava o por quê independente das respostas obtidas.

No segundo ano depois da conversa, foi feito um jogo. A turma foi dividida em duplas, em que um era galinha e o outro era a vaca. Objetivo era as galinhas pegarem as vacas, porém ambos estariam de olhos fechados. Depois invertia e as vacas passavam a pegar as galinhas. No final a turma foi dividida entre personagens de vacas e galinhas, em que as vacas pegavam as galinhas e depois invertia. Lembrando que quem estava sendo pego fazia o som do seu bicho, por exemplo, a vaca mugia e a galinha cacarejava, mantendo sempre ambos de olhos vendados.

O objetivo era saber a sensação que despertaria neles em ambos estarem de olhos vendados. Como nenhum enxergava estavam todos no mesmo “barco”. No final eles deram seus depoimentos em relação ao jogo, e disseram que foi muito ruim não poder enxergar nada.

Em suma, a aula foi boa e tranqüila.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Apresentação da Esquete de Dança/Teatro "CONTE-ME"

No dia 18 de Novembro a escola Nossa Senhora de Lourdes completou mais um aniversário. Ocorreram várias atividades que os alunos, professores e comunidade em geral puderam prestigiar. O Grupo de Teatro da escola apresentou uma esquete de Dança/Teatro intitulada "Conte-me", que apresentou textos e coreografias sobre o AMOR. O trabalho foi muito bem aceito pelo público presente. Elogios pelos figurinos, estética do cenário e a forma como foi abordado o tema foram recebidos. A esquete foi apresentada em dois horários, pela manhã às 10 hs e a tarde às 16 hs. Pela primeira vez as alunas experimentaram o contato com os espectadores, e ficaram muito felizes com o resultado. A direção ficou a cargo dos acadêmicos do curso de Licenciatura em Teatro João Ieffet e Laura Bragamonte, ambos também participaram da apresentação.

João Ieffet

domingo, 20 de novembro de 2011

Atividades de Setembro


Aula do dia 13 de setembro de 2011

 Nesta aula o foco era trabalhar com tecidos, mas começamos a atividade pelo jogo Estátua onde eles teriam que partir de uma imagem, ou seja, observar as imagens que estavam no chão e no momento em que a música parasse eles deveriam manter a mesma postura da imagem que estivesse mais próxima de cada um naquele momento.
Depois de fazerem essas estátuas, os monitores tocam em alguns e estes que foram tocados mantém a estátua. Como eles gostaram bastante desta parte da atividade e com o tempo que restava da aula não daria para fazer o trabalho com os tecidos, foi decidido pelas pibidianas que faríamos só o jogo da estátua. Então para dar continuidade ao exercício pedimos aos que não foram tocados que modificassem essas estátuas. Depois invertemos os que haviam ficado como estátua na etapa anterior é que moldavam.
Em suma, foi ótimo o resultado desta aula, pois os alunos além de se divertirem realizaram a atividade da melhor maneira e foram muito criativos.




Aula do dia 15 de setembro de 2011


Nesta manhã foi contada a história da Cinderela, mas de uma maneira diferente: eu fui a Cinderela. Contei toda a história como se eu (Tainara) fosse a própria Cinderela. Foi muito divertido ver a reação dos alunos, porque mesmo eles sabendo que era eu, eles acreditaram tudo que eu estava contando.


Esta atividade foi proposta pela colega da Pedagogia. Depois que terminou a atividade, voltamos para a sala de aula e eu propus o jogo do “gato e rato”. Este, foi agitado, teve até uma aluna caindo, mas não se machucou. Esta atividade não deu muito certo, pois não alcancei meu objetivo que era fazer com que os alunos entendessem a questão de espaço de jogo. Quando falo em espaço é pelo fato do jogo ser delimitado por duas linhas no chão e entre elas fica o gato e os ratos ficam fora, mas passando o tempo todo por essas linhas, ou seja, transitando pelo território do gato.
Em suma, não foi uma atividade que deu certo, talvez, pelo fato de estar fora de contexto e sem uma explicação anterior. Fica uma pergunta: “será que sempre é necessário uma explicação antes dos exercícios”?

No primeiro ano eu contei a história da Branca de Neve e os sete anões usando o avental. As crianças no geral prestaram atenção e participaram, sempre dizendo o que aconteceria em seguida. Depois conversamos e eu ia instigando eles perguntando se as atitudes de um determinado personagem eram certas, e eles iam me respondendo.
Essa aula foi prazerosa, apesar de um pouco cansativa.





Aula do dia 22 de setembro de 2011



Nesta aula o foco foi trabalhar com tecidos, mas de uma maneira diferente da que já tínhamos trabalhado. Agora eles teriam que partir de uma imagem, ou seja, observar as imagens que estavam no chão e no momento em que a música parasse eles deveriam manter a mesma postura da imagem que estivesse mais próxima de cada um naquele momento. Estas imagens eram figuras dos próprios livros de histórias infantis que é material do PIBID.
Depois de fazerem essas estátuas, os monitores tocam em alguns e estes que foram tocados mantém a estátua, os outros devem usar os tecidos que estavam distribuídos pelo espaço nos colegas que se mantiveram estátuas. Esses tecidos devem ser colocados nos colegas estátuas a partir da imagem que ele está reproduzindo com o seu corpo.
Em suma, foi ótimo o resultado desta aula, pois os alunos além de se divertirem eles realizaram a atividade da melhor maneira e foram muito criativos, ás fotos mostram o quanto eles foram criativos.


Aula do dia 27 de setembro de 2011


As turmas do 1° e 2° ano escolheram o nome do mascote do turno da tarde. O mascote é um boneco- personagem do livro O Carteiro Chegou e recebeu o nome de Joãozinho.



Atividades no 1° ano.

Alongamento e aquecimento vocal

A)    Jogo: Seguindo o som - A turma foi dividida em duplas. Um participante de cada dupla vendará os olhos com a ajuda das professoras, o outro colega que não está de olhos vendados fará um som de um animal, por exemplo, um latido de um cão. O que está de olhos vendados irá prestar atenção no som que seu parceiro está fazendo, e quando estiver claro e gravado qual é este som irá levantar a mão.  Então o colega que está guiando com o som de um animal começará a se deslocar pelo espaço, o mesmo acontece com o guiado (o de olhos vendados), pois irá perseguir o som feito por seu parceiro somente utilizando a audição. Depois inverte, o guiado passa a ser o guia.



Objetivo

Desenvolver a atenção, a concentração, a confiança no colega e trabalhar a audição.

Avaliação: Eles tiveram dificuldade para ficar de olhos fechados, mas conseguiram seguir muito bem o som que o seu colega reproduzia, pois conseguiram atingir a concentração necessária.


Como avaliação do entendimento deles da atividade pedíamos que cada um desenhasse o animal que representava o som que eles haviam escutado na atividade anterior.



Recreio orientado

Realizamos atividades como:

Amarelinha











Corrida com bastões












Pular corda

Jogo de raquetes

Jogo de botão entre outras atividades.












Atividade no 2° ano

Relaxamento


A agulha e a linha

Toda turma deitou-se no chão e nós colocamos a história para eles ouvirem.

Após a história nós realizamos um debate com eles, perguntando:

O que vocês conseguiram entender da história?

Quem eram os personagens?

Vocês conseguiram imaginar as cenas desta história?


Avaliação

Porém a maioria não conseguiu se concentrar no que estavam ouvindo, por que quatro meninos da turma riram o tempo todo sem motivo algum. Decidimos então com a turma que íamos colocar novamente a história e desta vez todos deveriam se concentrar.

E realmente da segunda vez foi mais produtivo, pois eles conseguiram assimilar as personagens que eram citadas no texto, além da mensagem que era: Devemos nos importar com a nossa vida e deixar a dos outros. E que cada coiso no mundo existe por algum motivo, por que é necessário a algo então nunca devemos nos sentir superiores.







Aula do dia 29/09

1° ano turno da manhã

A)    Relaxamento



B)    Jogo: Seguindo o som - A turma será dividida em duplas. Um participante de cada dupla vendará os olhos com a ajuda das professoras, o outro colega que não está de olhos vendados fará um som de um animal, por exemplo, um latido de um cão. O que está de olhos vendados irá prestar atenção no som que seu parceiro está fazendo, e quando estiver claro e gravado qual é o som irá levantar a mão. Então o colega que está guiando com o som de um animal começará a se deslocar pelo espaço, o mesmo acontece com o guiado (o de olhos vendados), pois irá perseguir o som feito por seu parceiro. Depois inverte, o guiado passa a ser o guia.



Objetivo

Desenvolver a atenção, a concentração, a confiança no colega e trabalhar a audição

Avaliação: A turma desenvolveu muito bem a atividade, todos estavam bem concentrados e ouvindo atentamente o som que a sua dupla fazia. Mesmo quando o colega se afastou eles conseguiram  seguir o som muito bem.













2° ano do turno da manhã

Como estamos trabalhando a partir da história “O Chapeuzinho Vermelho” que está inserida no livro “O carteiro chegou”.  Onde o foco das atividades está nas sequencias didáticas criadas para essa história. Tainara e eu resolvemos trabalhar com a turma a versão da Maria Clara Machado do Chapeuzinho Vermelho, com a intenção de montar uma dramatização da história com a turma.

Sendo assim nesse dia realizamos apenas a leitura do referido texto. A turma esteve muito interessada durante a leitura feita pelas professoras e em quando eles tonavam diferenças no enredo da história eles os apontavam.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Porto Alegre em Cena


Há 18 anos a primavera em Porto Alegre recebe muito mais do que flores, cores e aromas. Ela recebe artistas do estado, do Brasil e do mundo em um Festival Internacional e maravilhoso, o Porto Alegre em Cena. Este ano de 2011 não foi diferente, atingindo a sua maioridade o POA em Cena nos possibilitou contos com renomados artistas da cena teatral mundial, abriu sua temporada com um espetáculo lindo da Cia de Pina Baush, Tem Chi, o último espetáculo dirigido pela bailarina antes de sua morte em 2009. Este foi apresentado em abril, como espetáculo de abertura do POA em Cena 2011. Mas isso era só uma prévia do que ainda viria pela frente, pois além dos espetáculos apresentados durante o Festival, ainda teremos em dezembro, no encerramento, um de Ariane Mnouchkine.

Nós, bolsistas do Programa PIBID Teatro da UFPel, fomos agraciados com uma viagem espetacular, passamos um final de semana em Porto Alegre para conferir alguns destes espetáculos. Assistimos aos seguintes: “A Flauta Mágica”, “Medeia” e “A Última Gravação de Krapp”. Além dos espetáculos ainda tive a oportunidade de reencontrar amigos teatreiros, conversar sobre teatro e passear um pouquinho pelas exposições da 8ª Bienal do Mercosul.

Falar sobre o que vi não é tão fácil, simplesmente amei cada um dos três espetáculos que assisti. Cada um com sua peculiaridade e especificidade. Comecemos pelo princípio então, o primeiro de todos foi uma ópera, “A Flauta Mágica”, achei maravilhosa. Uma representação limpa, sem grandiosos efeitos visuais ou de cenários. Em cena apenas alguns bambus, que eram transformados pelos próprios atores/cantores nos espaços que representavam. Achei muito lindo, os atores/cantores davam conta de tudo por si mesmos, davam conta de nos passar a história de nos envolver com os poucos diálogos que tinham e com o belo trabalho corporal e vocal que pude observar.

Na noite seguinte assistimos “Medeia”, algo fabuloso. Um grupo lindo de mulheres que formavam o coro e que ao mesmo tempo eram tão cotidianas em cena e tão belas, tão vivas. Um grupo que ao mesmo tempo parecia estar ali conversando cotidianamente, mas com uma vivacidade que não sei explicar... tão próximo, tão simples e tão forte, tão denso.

No domingo encerramos nosso final de semana cultural assistindo a uma maravilhosa apresentação de Bob Wilson, que subiu ao palco do Teatro São Pedro com a peça “A Última Gravação de Krapp”. Sem dúvida uma experiência única na minha vida, poder ver tão próximo alguém tão importante na nossa vida acadêmica e teatral, Bob Wilson. Ele estava ali, no palco, com uma presença impecável. Um cenário e uma luz deslumbrantes e eu assisti a representação de um texto que eu tinha como maçante, cansativo, sem nem perceber que o tempo passou e o espetáculo acabou. Foi sem dúvida uma experiência deliciosa.

Agora eu aguardo ansiosamente pelo encerramento do POA em Cena no final do ano com Ariane Mnouchkine, na esperança e na expectativa de poder assistir ao espetáculo do Théâtre du Soleil.

Aline Luz

IV Festival Estadual de Contadores de Histórias


No início de outubro participei de um Festival de Contadores de História em Porto Alegre. O Festival é uma promoção da Biblioteca Infanto-juvenil Lucília Minssen, da Casa de Cultura Mário Quintana de Porto Alegre. Foram três dias maravilhosos de aprendizagem, conhecimento, troca e convivência com contadores de histórias do Brasil inteiro.

Durante o festival, além das Maratonas de Contação de histórias infantis e a Maratona de Contos Populares, a organização disponibilizou em sua programação oficinas variadas de técnicas de contação, de confecção e manuseio de objetos, de musicalização, dentre outras. Visando aproveitar ao máximo os oficineiros e buscando embasamento e conhecimento, participei de quatro das nove oficinas, que foram: “A Contação de História como Espetáculo”, ministrada por Hermes Bernardi Jr., de Porto Alegre; “História é prá contar”, ministrada por Maria Eunice G. Barbieri (Marô Barbieri), de Porto Alegre; “Contando Histórias: A arte de criar narradores e personagens”; ministrada por Lívia Petry, de Porto Alegre; e por último “Contar com o outro: uma história para dois”, ministrada por Celso Sisto, também de Porto Alegre. Além das oficinas, participei das duas noites de Contos Populares e de uma maratona de contadores na manhã em que Grazi e eu contamos uma história também.

Das oficinas que participei, todas abordavam especificamente o trabalho de contação de história. A partir de várias formas e técnicas os oficineiros nos passaram diversas dicas de como contar, como buscar a atenção do público, principalmente se trabalhamos com o público infantil. Na oficina do Hermes, por exemplo, realizamos mais um debate do que trabalho prático, baseado na nossa conversa e nos nossos questionamentos sobre como agir e usando como exemplo três ou quatro pequenos trechos contados por alguns dos participantes, baseado nas formas de contar apresentadas por eles, o oficineiro nos passou algumas dicas, dentre elas: ter o domínio da história, não perder o contato visual com o público, não hesitar ao contar uma história, a busca pela limpeza nos gestos e no posicionamento no ‘palco’, a base, os pés firmes no chão, coisas importantes. Sobre a utilização de objetos quando necessário, foi dito que eles não devem ilustrar a história, pois não devemos subestimar a imaginação do público sublinhando tudo o que vamos contando.

Na oficina da Marô, fizemos exercícios práticos mesmo. Exercícios de dicção com trava línguas, leitura de texto em grupo, uma pequena análise e divisão de um texto. Na sequência aprendemos a confeccionar uma pequena bruxa utilizando canudinhos de refrigerante, guardanapo e fita crepe, um objeto simples que pode inclusive ser utilizado depois da contação como uma atividade com as crianças. Na sequência, nos dividimos em grupos e com essas bruxas e com alguns outros personagens e elementos trazidos pela oficineira deveríamos construir uma história e contá-la. Foi interessante a maneira como ela conduziu e como nós ao final já estávamos bem mais soltos brincando entre nós e com os objetos e personagens que criamos nas histórias.

A Lívia nos trouxe vários exercícios para trabalhar questões simples de diferenciação de narradores e personagens. Vários desses exercícios já são conhecidos de quem trabalha com teatro, começamos criando uma história em conjunto, com uma “bolinha faladora”, num círculo a bolinha passa de mão em mão, e onde ela pára a pessoa acrescenta uma parte da história, assim vai até que todos tenham participado. Os demais exercícios versaram sobre trabalhos de improvisação e de jogo. Criamos personagens, inventamos uma história com eles e depois a encenamos. Utilizamos ainda ‘dedoches’ (pequenos fantoches manipulados apenas pelos dedos) e também em grupos criamos uma história e a apresentamos para o grande grupo. Encerramos com a leitura/narração de uma história trazida pela Lívia, “Encontro em Samarra” na história havia três personagens, a Morte, um Mercador, e o Servo deste Mercador, o jogo consistiu em realizar essa leitura/contação a partir do ponto de vista de um desses personagens, sem a presença de um narrador e sim de um personagem narrador.

Para encerrar a maratona de oficinas tive o prazer de conhecer Celso Sisto, que de uma forma muito simples nos conduziu a um estado de jogo, de concentração e de ligação entre os participantes da oficina, formei dupla com uma moça, que mesmo sem conhecê-la, era como se tivesse sempre trabalhado ela. Também baseado em alguns exercícios que usamos em ensaios e aulas de teatro, trabalhamos alguns pontos como confiança e interação com e entre as duplas. Trabalhamos o tempo todo com a mesma dupla para construir essa ligação e essa intimidade. O foco da oficina foi a contação de uma história em dupla, para isso conversamos sobre o que uma contação em dupla deveria ter, alguns pontos foram: a relação entre os contadores, o domínio da história, uma análise da história, o jogo e a espontaneidade, dentre outros. Após essa conversa e essa lista de objetivos, escolhemos um livro de história dentre os que ele havia levado e nos preparamos para contá-la em dupla. Foi sem dúvida uma experiência muito enriquecedora, pois tínhamos pouco tempo para ler, analisar, discutir, decorar a história, ensaiar e apresentar, tudo em dupla, sem atropelar o colega em nada, nem nas decisões nem na contação, sem interferir no texto da colega, sem contar tudo sozinha, foi uma coisa difícil, mas muito prazerosa. Trabalhar essas possibilidades de narrativa intercalada, onde cada uma de nós contava um pouquinho do que ia acontecendo e perceber ao final que nós conseguimos alcançar o objetivo foi muito bom, pois partilhamos a história e repartimos ela, contamos juntas e não um pedaço cada uma.
Além das oficinas, participamos das maratonas de Contos Populares e de apenas uma manhã de contação para as crianças, queria ter visto mais gente contando história. Nas duas noites de Contos Populares, vimos alguns dos oficineiros e dos contadores de história que participavam do festival contando histórias de caráter mais regional, alguns deles mais voltados ao público adulto, mas de uma riqueza sem tamanho. Na nossa prática de contação, senti falta de público, tínhamos poucas crianças na platéia e já eram maiores um pouco, pareciam não estar muito envolvidos com a história, contamos “Minha mãe é um problema”, de Babete Cole. Mas de uma maneira geral, foi ótimo interagir com eles, contar história, e ainda ver como os outros contadores trabalham, como eles contam suas histórias, que recursos utilizam para envolver os ouvintes, sem dúvida foram três dias de muito aprendizado, muita troca de experiência, de conhecimento, sem contar nos amigos maravilhosos que fiz, das pessoas generosas que encontrei, muito dispostas e disponíveis a ensinar, a aprender e a partilhar.

Aline Luz